Casos Clínicos

Casos Proheal Allumina

Disponibilizamos algumas imagens para a utilização em aulas, conferências e orientações dos pacientes, com a devida citação da fonte.

Implantes sem mau cheiro após 16 anos instalados e sem follow up.

Prof. Dr. Mauro Cruz, DMD, MSc, PhD

-Fig 01: Paciente retornou após 16 anos usando ainda o parafuso de proteção nos implantes e uma prótese provisória adesiva. Após a remoção dos parafusos, o Proheal estava no local e nenhum odor ou inflamação da mucosa foram detectados. Ocorreu perda tecidual na região vestibular e retração gengival, mas o aspecto da mucosa é de normalidade.

-Fig 02: Parafusos ainda revestidos com Proheal após o tempo de permanência na cavidade oral.

-Fig 03 e 04: Presença do Proheal próximo a plataforma do parafuso fazendo o selamento da conexão.

Cicatrização gengival em torno dos implantes: Teste clínico comparativo com e sem Proheal.

Prof. Dr. João Sudré, DMD,MSc,PhD

Teste clínico do Proheal no controle microbiológico de cicatrizadores (Split-mouth). Lado esquerdo (experimental) com aplicação do Proheal na conexão e no corpo do cicatrizador e lado direito sem Proheal (controle).

-Fig 01: Moldagem mostrando a posição dos dentes utilizados no estudo. Implantes instalados em 16, (lado controle) e 25 e 26 (lado experimental).

-Fig 02: Implantes no lado experimental após a retirada dos cicatrizadores. Mucosa saudável, hígida, sem sangramento e inflamação.

-Fig 03: Implante no lado controle. Mucosa inflamada, flácida e eritematosa.

Condicionamento gengival com controle bacteriano do dente provisório.

Prof. Dr. Fernando Cruz, DMD, MSc

-Fig 01: Proheal aplicado no parafuso de fixação, no pilar e em torno do dente provisório para o controle microbiológico da superfície da resina.

-Fig 02: Remoção da coroa provisória após 60 dias.

-Fig 03: A gengiva está saudável, não hiperemiada e não inflamatória em contato com o dente provisório, contendo o Proheal.

Controle microbiológico nas cirurgias periodontais da cicatrização gengival. Aplicação do Proheal na superfície dental.

Caso Clínico JHTA

-Fig 01: Gengivectomia em 13,12 e 23.

-Fig 02: Exodontia de 11, instalação de implante imediato e ETC na região vestibular do 11.

-Fig 03: Pós-operatório de 72 horas.

-Fig 04: Pós-operatório de 7 dias, após a remoção das suturas.

-Fig 05: Pós- operatório de 15 dias. Gengiva saudável. O tecido gengival recobriu novamente o dente 12.

Osteoplastia do Rebordo Mandibular e Instalação de Implantes.

Prof. Dr. Mauro Cruz, DMD, MSc, PhD

-Fig 01: Defeito ósseo pós-exodontia de 45/44, com perda de referência na vestibular.

-Fig 02: Preparo do local ad modum, protocolo de regeneração (Cruz M, 2006). Estabilização do coágulo com osso inorgânico bovino (OIB).

-Fig 03: Modelagem e instalação da membrana.

-Fig 04: Vista do local após a completa regeneração do defeito. Cinco meses mais tarde.

-Fig 05: Remoção de um bloco ósseo do local regenerado, no qual será instalado um implante.

-Fig 06: Exame histológico do bloco. Corte com aumento de 20x mostra regeneração óssea completa com ausência do biomaterial estabilizante (OIB).

-Fig 07: Implantes instalados no osso regenerado.

-Fig 08: A reabertura foi feita 6 meses após a instalação. Mucosa periimplantar saudável, 30 dias após a instalação dos cicatrizadores.

Regeneração Óssea em Torno de Implantes (Deiscência).

Prof. Dr. Mauro Cruz, DMD, MSc, PhD

-Fig 01: Exposição do implante (5 mm) no procedimento de instalação.

-Fig 02: Após preparo do osso, modelagem e assentamento da membrana.

-Fig 03: Tecido mole e duro encontrado sob a membrana, seis meses após.

-Fig 04: Remoção de tecido mole e de osso para exposição do parafuso de proteção e para exame histológico.

-Fig 05: Vista oclusal dos implantes. Veja a camada de osso na região bucal do 45.

-Fig 06: Tecido conjuntivo fibroso, analisado sob luz polarizada.

-Fig 07: Tecido ósseo visto com luz polarizada.

Regeneração de lesão periodontal (Deiscência Óssea).

Prof. Dr. Mauro Cruz, DMD, MSc, PhD

-Fig 01: Lesão perirradicular com acentuada perda óssea vertical. Região já preparada para o processo regenerativo.

-Fig 02: Instalação da membrana fixada sem tachinhas ou parafusos.

-Fig 03: Regeneração óssea e periodontal após dez meses. Observe o ganho vertical.

Regeneração do rebordo maxilar.

Prof. Dr. Mauro Cruz, DMD, MSc, PhD

-Fig 01: Aspecto do defeito ósseo pós exodontia.

-Fig 02: Modelagem e instalação da membrana. Observe as características de estabilidade, isolamento e proteção do defeito pela membrana de espessura média.

-Fig 03: Aspecto da membrana na cirurgia de reabertura. Observe o seu posicionamento estável, sem parafusos ou tachas.

-Fig 04: Tecido ósseo completamente regenerativo.

-Fig 05: Instalação da membrana fixada sem tachinhas ou parafusos.

-Fig 06: Prótese cerâmica após 7 anos.

-Fig 07: Imagem radiográfica após 7 anos.