Perguntas Frequentes

Perguntas frequentes sobre a Allumina

1. O que é a Allumina?

A Allumina é uma membrana aloplástica, utilizada nos procedimentos cirúrgicos segundo os princípios biológicos da regeneração guiada para a separação e isolamento tecidual, em pacientes com perda de tecidos duros e moles.

2. Como a Allumina funciona no organismo?

A Allumina funciona à semelhança das membranas naturais do organismo como, por exemplo, o periósteo. Ela:

  • Isola direta e perifericamente a área a ser regenerada, permitindo o crescimento celular somente do tecido que se deseja;
  • Faz a retenção do coágulo ou outro substrato associado no espaço do defeito ósseo;
  • Cria referencial para o crescimento celular;
  • Interfere passivamente no processo regenerativo. Não induz reações no organismo.
  • Permite o repouso da área e, ainda, controla outros pontos de forma a guiar o processo regenerativo.

3. Quais são as principais vantagens da Allumina?

  • Fácil instalação e remoção
  • Maior isolamento tecidual
  • Ótimo isolamento periférico
  • Oclusividade de superfície e periférica
  • Permite exposição, garantindo a regeneração
  • Autofixável – não requer parafusos de fixação
  • Autossustentável – cria o espacamento na área a ser regenerada por si só (efeito tenda);
  • Plasticidade, rigidez e resistência controladas pelo cirurgião
  • Três espessuras com prioridades diferentes
  • Possui a melhor textura para o contato celular
  • Alta biocompatibilidade
  • Histofilia- exerce atração celular
  • Quando exposta, permite a remoção não cirúrgica. Não exposta pode ser facilmente removida com mínima invasividade

4. Como estas características ocorrem na Allumina?

A instalação facilitada, a fixação no local, a estabilidade, o repouso da ferida, a capacidade de formar um espaçamento (tenda) e o selamento periférico são devidos às suas propriedades físicas. Estas permitem que a forma, resistência e a rigidez possam ser moduladas de acordo com a necessidade.

  • Selamento periférico único – sua plasticidade e ao mesmo tempo enrijecimento, permitem um selamento completo nos bordos, impedindo o acesso celular e bacteriano perifericamente.
    Apresenta três espessuras (fina, média e grossa) que permitem ao cirurgião a escolha da plasticidade, rigidez e resistência iniciais ideais requeridas em cada caso.
    Com relação ao isolamento celular e bacteriano ela apresenta ainda:
    – Total oclusividade – protege o local a ser regenerado da penetração direta celular e bacteriana e ainda perifericamente.
  • Selamento periférico único – sua plasticidade e ao mesmo tempo enrijecimento, permitem um selamento completo nos bordos, impedindo o acesso celular e bacteriano perifericamente. Apresenta três espessuras ( fina, média e grossa) que permitem ao cirurgião a escolha da plasticidade, rigidez e resistência iniciais ideais requeridas em cada caso.

Com relação ao isolamento celular e bacteriano ela apresenta ainda:

  • Total oclusividade – protege o local a ser regenerado da penetração direta celular e bacteriana.

5. Com qual espessura devo iniciar a minha prática com a Allumina, para ter o melhor aproveitamento do material?

Deve-se começar a aplicação da Allumina sempre pela membrana média. Esta espessura tem todas as propriedades descritas de maneira mais evidente e mais uniforme. As espessuras fina e grossa têm algumas propriedades reduzidas e outra exacerbadas, para serem usadas em situações especiais. São indicadas para quando o cirurgião, já experiente com o material, quer explorar de forma mais intensa os seus limites e, assim, aproveitar os seus extremos.

6. Qual a vantagem da Allumina ser totalmente oclusiva?

O primeiro e grande princípio da RGT – regeneração tecidual guiada, é o isolamento da área a ser regenerada, impedindo o aporte de células indesejáveis e, no caso da cavidade oral, também de micro-organismos. Para que isso ocorra, a membrana tem de ser totalmente oclusiva e ainda conseguir um selamento periférico eficaz.

Lundgren, Sennerby e Nymam, precursores e criadores das bases da ROG- regeneração óssea guiada, afirmaram que, “apesar de desde os primeiros trabalhos de regeneração guiada tecidual ter se preconizado o uso de membranas perfuradas, este trabalho demonstrou que nos casos de formação óssea, além do esqueleto, só se obtém resultados previsíveis com membranas totalmente oclusivas”. (Lundgren D, Lundgren AK, Sennerby L, Nyman S. Augmentation of intramembraneous bone beyond the skeletal envelop using an occlusive titanium barrier. An experimental study in the rabbit. Clin Oral Implants Res 1995; 6(2):67-72).

As membranas porosas que afirmam terem poros seletivos, deixando passar por eles só o que se deseja, cometem um grave equívoco, enganando, pois não é verdade, mas apenas apelo comercial. Ainda não existe nenhum produto que possa selecionar o que passa por ele dessa maneira: Deixar passar células desejáveis como as CMND, pré-osteoblastos, etc., e impedir células do tecido conjuntivo fibroso, epitelial, ou bactérias. As bactérias são menores do que estas células e, portanto, na verdade, passam pelos poros com maior facilidade. Não há nenhuma evidência documentada dessa condição até o momento, é somente argumento comercial equivocado, sem fundamento científico.

7. Mas as membranas totalmente oclusivas não geram mais exposição do que as porosas?

Em princípio sim, mas com o uso de técnicas adequadas de retalhos e suturas essa diferença cai para quase zero. Além disso, as vantagens nos outros aspectos superam em muito essa condição.

A exposição de uma membrana porosa, mesmo que mínima, invisível ao exame clínico, pode levar à contaminação bacteriana do local da ROG. Ao contrário, a membrana oclusiva, mesmo que esteja amplamente exposta, continua protegendo o local a ser regenerado. Trabalhos clássicos comprovam este aspecto. A Allumina tem estudos clínicos de exposições intencionais ou não, controlados além de 18 meses sem nenhuma contaminação do local da regeneração. Ela é uma membrana feita para poder se expor.

8. Como a Allumina é autossustentável?

Devido a sua capacidade de encruamento, isto é, de se endurecer à medida que é deformada; ela adquire muita resistência e pode manter um espaçamento no defeito por si só, sem o auxílio de parafusos de sustentação.

9. Como faço para enrijecer a Allumina?

Faça dobras ou amasse a membrana criando a forma que deseja ou enrugando-a – veja o vídeo AQUI.

À medida que ela se deformar, ela irá se enrijecer e ganhar resistência mecânica. Isto permite criar o espaçamento desejado e a sua manutenção no local. A Allumina é a única membrana que permite que o operador altere suas características físicas, tornando-a mais ou menos rígida. A Allumina endurece à medida que é deformada, isto é, sua estrutura se enrijece de acordo com as alterações no posicionamento molecular (fenômeno de encruamento). O operador pode utilizar esta propriedade da membrana manuseando-a e deformando-a para torná-la mais ou menos rígida e, com isto, obter mais espaçamento ou mais selamento. Ela pode moldar-se facilmente e depois ficar com a forma definida, tornando-se rígida proporcionalmente à deformação sofrida. Desta forma, sua fixação ao local dispensa o uso de parafusos ou tachinhas, reduzindo os custos e facilitando a instalação e a remoção. Esta característica também dá ao operador a condição de modular de acordo com a necessidade a rigidez e a resistência mecânica da membrana. É a única membrana capaz de permitir esta ação e este controle, o que é, em termos cirúrgicos, um enorme diferencial.

10. Porque ela é autofixável?

Devido à sua alta plasticidade inicial, ela se adapta facilmente a qualquer irregularidade do local, e à medida que vai enrijecendo, ela mantém a sua forma e se prende no local sem necessidade de nenhum dispositivo de fixação.

11. Por que eu deveria trocar o tipo de membrana que utilizo atualmente pela Allumina?

A Allumina reúne em um só produto o maior número de propriedades e características que ajudam, agilizam e garantem os melhores resultados em regeneração óssea e periodontal. Ela é o padrão ouro das membranas para regeneração. Além disso, ela reduz os custos e facilita sua aplicação e remoção, pois dispensa o uso de dispositivos adicionais como parafusos e tachas de fixação, parafusos de sustentação, telas de titânio etc.

12. Mas a membrana Allumina é muito mais cara que a membrana de COLÁGENO que uso atualmente?

A membrana de colágeno não tem a mesma função que a Allumina. Elas têm diferentes indicações e uma não exclui a outra. Em muitos casos, o uso concomitante das duas é altamente indicado, como é o caso em cirurgias do seio maxilar. A membrana de colágeno não atende a vários pontos cardeais da regeneração e, apesar de em alguns casos ela pode alcançar bons índices de regeneração, ela não o faz com a segurança e a previsibilidade desejada ou necessária. Com a Allumina, a reprodutibilidade dos resultados é muitas vezes mais garantida.

Além disso, o preço é algo muito relativo, depende da relação custo-benefício e neste caso ela é altamente favorável à Allumina, pois o pouco mais que se paga retorna em segurança, confiabilidade, garantia de resultados e satisfação do profissional e paciente.

13. Mas a membrana Allumina é mais cara que a membrana de Polipropileno ou PTFE que uso atualmente?

Conforme já relatado, a Allumina é o padrão ouro das membranas, comprovado por testes laboratoriais, estudos em animais e ensaios clínicos. Ela está no mercado há mais de 25 anos, isto é, já passou na prova do tempo. Nestes anos já se viu muitas outras membranas entrarem e saírem do mercado e só ficaram as que realmente tem resultados. Esta prova é dura e verdadeira.

As membranas muito lisas e sem deformação rígida, sofrem micromovimentos e alteram o processo osteogênico. As células MND e os pré-osteoblastos precisam de condições muito favoráveis para se diferenciarem em osteoblastos, e um dos pontos mais importantes é o repouso. Nas fraturas ósseas, por exemplo, o movimento impede totalmente a osteogênese. As membranas de PP, PTFE, Poliglatina, etc., não atendem a todos os requisitos da RGT, oferecendo somente alguns e, dessa maneira, apesar de terem resultados, elas não atingem os índices de segurança e previsibilidade da Allumina.

Quanto ao preço, aplica-se o mesmo conceito informado no item anterior, isto é, o preço é algo muito relativo, depende da relação custo-benefício e neste caso ela é altamente favorável à Allumina, pois o pouco mais que se paga retorna em segurança, confiabilidade, garantia de resultados e satisfação do profissional e dos pacientes.

14. Pra que serve esse papel cirúrgico que acompanha a membrana Allumina?

O papel cirúrgico é uma cópia da membrana, que auxilia na obtenção do modelo para se recortar e se obter a forma desejada. O papel deve ser colocado completamente hidratado e bem amolecido sobre o local a ser isolado, adaptando-se facilmente ao rebordo ósseo e contornando o defeito. Com o auxílio de um instrumento de ponta fina, como uma rugina ou uma pinça, pressiona-se sobre o papel no contorno que se deseja recortar. Ao se fazer o movimento e a pressão sobre o papel, o sangue penetra entre as suas fibras marcando o contorno do recorte. Retira-lo do local, recortar com a tesoura e retornar ao local para o ajuste final. Após se obter a forma desejada, coloca-lo sobre a membrana e fazer o seu recorte. Este procedimento reduz a manipulação da membrana, facilita a obtenção de sua forma, evita erros e perda da membrana e reduz a sua contaminação.

15. Existe alguma situação clínica em que a membrana Allumina possui restrições ou limitações?

Toda membrana tem algum tipo de limitação, dependendo do que se deseja fazer com ela.  Não se pode exigir do material além do que ele pode dar. Quanto ao uso, não há restrições ou limitações. A Allumina pode ser usada irrestritamente.

16. Qual é a composição da Allumina?

A Allumina é composta de um núcleo de alumínio grau médico e um revestimento especial de cerâmica; a alumina, nome genérico do Al2O3. Esta camada cerâmica tem alta biocompatibilidade e histofilia, tornando a sua relação com o organismo a melhor possível em termos de biomaterial.

Além disso, ela recebe um tratamento de superfície de descontaminação à semelhança do que se usa nos implantes e uma texturização que lhe dá uma superfície com macro, micro e nano características ideais para o crescimento celular.

17. Em que casos posso utilizar a Allumina ?

A Allumina é indicada em todos os procedimentos onde se deseja guiar a regeneração tecidual, óssea, periodontal ou de tecidos moles. É utilizada principalmente em defeitos ósseos pós-exodontias, traumáticos, periodontais,  peri-implantares, sequelas de patologias como cistos e tumores, fenestrações e deiscências ósseas e periodontais.  Sua utilização adequada pode reduzir muito os enxertos ósseos preparatórios para os implantes fazendo-se o aumento da crista óssea por regeneração. Também deve ser usada concomitantemente com os implantes, principalmente com a instalação imediata.

18. Como escolher a espessura ideal da Allumina?

A indicações  de acordo com a espessura são:

Tabela Allumina

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fina – com alto grau de plasticidade e baixa resistência, é indicada quando se deseja maior selamento, contornando as irregularidades do local em defeitos pequenos que não necessitam de arcabouço, dado pela membrana.

Média – com grau médio de plasticidade e resistência, é indicada quando se deseja se criar ou manter um maior espaçamento no local da RGT e ainda se obter o selamento periférico;

Grossa – membrana mais rígida, com baixa plasticidade e alta resistência, é indicada como arcabouço ou suporte em defeitos ósseos mais extensos ou mais críticos dos maxilares. Devido às suas características, o seu selamento periférico é baixo. Por isso, muitas vezes quando necessário, a membrana grossa deve ser recoberta pela membrana fina para se obter o selamento periférico necessário.

19. É necessário que a Allumina seja hidratada antes de usar?

Não é absolutamente necessário, mas aumenta a sua molhabilidade e consequentemente a histofilia inicial ao se coloca-la no organismo. A cópia em papel cirúrgico deve ser molhada até se hidratar completamente, para facilitar a sua adaptação no defeito e a sua modelagem.

Assista no site, www.biomacmed.com.br, ou acesse nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

20. Como adaptar Allumina ao defeito ósseo?

A Allumina é a membrana com a melhor manuseabilidade de todas do mercado mundial. Faça primeiramente a modelagem do papel cirúrgico, em seguida coloque-o sobre a membrana, recorte-a com a tesoura a faça sua adaptação ao local digitalmente, utilizando as pontas dos dedos, pinças ou ruginas. Procure explorar bem a sua capacidade plástica de se deformar e o seu aumento da rigidez para obter o máximo de isolamento periférico e de estabilidade.   Informações abaixo não estão no site novo:

Assista no nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

21. Quanto devo estender a Allumina além do defeito para conseguir o isolamento e a estabilidade da membrana?

A extensão da membrana dependerá muito do tipo de defeito que se estará corrigindo, das condições da crista óssea e da habilidade do cirurgião. O ideal é que a membrana ultrapasse de 1mm a 2mm os limites do defeito ósseo para se obter o isolamento, mas há casos em que deve se estender um pouco mais para ganhar melhor estabilidade e fixação. Informações abaixo não estão no site novo:

Assista no nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

22. É preciso fechamento primário dos retalhos quando uso Allumina?

O fechamento primário é importante em qualquer processo regenerativo. O cirurgião deve dominar técnicas de retalho e sutura para reduzir ao máximo as exposições, mas, se elas ocorrerem, a total oclusividade da Allumina impede a contaminação direta do local a ser regenerado. Nos casos de regenerações próximas a dentes, a exposição pode permitir a infiltração de micro-organismos pelas áreas dos dentes. Por isso, o selamento periférico é também muito importante, e na  Allumina, ele é o mais eficiente de todas  as membranas. Uma informação importante é que nenhuma membrana deve ser INTENCIONALMENTE DEIXADA EXPOSTA. Não há evidencias publicadas que justifiquem ou comprovem isso. O fechamento primário da ferida cirúrgica reduz os riscos e aumenta a segurança dos resultados.  Assim, o exposição nunca deve ser intencional, mas quando for inevitável, ela deve ser bem administrada pelo cirurgião.

23. Quando remover a Allumina ?

A partir de 10 dias.
Considerações sobre situações específicas:

Sem exposição:

– Deixe no local até o dia em que for feito o implante ou a sua reabertura. Aproveite o acesso cirúrgico para removê-la.

– Em situações em que não haverá necessidade de uma segunda cirurgia, basta deixá-la no local e avisar ao paciente. Não é preciso removê-la.

Com exposição:

– Em casos mais complexos, de maiores ganhos e defeitos de menos paredes, um tempo maior de proteção aumenta a chance de sucesso. A Allumina possui qualidades únicas que, mesmo exposta, permitem mantê-la como escudo protetor por meses.

O que considerar:

– Vulnerabilidade do tecido/enxerto a esmagamentos por alimentos, escovação ou prótese
– Estabilidade da retração tecidual.
– Exposição dos bordos da Allumina: Se os bordos estiverem expostos, após 10 dias nos defeitos normais e 20 dias nos defeitos maiores, remova a Allumina.

– Estabilidade da Allumina: teste a estabilidade forçando levemente a movimentação da Allumina com um instrumento. Se estiver estável, é sinal de que o selamento periférico está ótimo. Se desejar, pode manter a Allumina.

– Sintomatologia: se o paciente sentir dor,  remova a Allumina.

Se todos os fatores estiverem sob controle, ela pode permanecer exposta pelo tempo que se desejar, devendo obedecer aos prazos indicados como se fosse sem exposição.

24. A remoção da Allumina é fácil?

Sim. Se houver exposição, basta remove-la delicadamente com uma pinça tipo College, Mosquito ou Mathieu. Também pode-se utilizar uma sonda exploradora para desloca-la. Os tecidos não se aderem na membrana e a sua remoção é então facilitada. Esta é outra vantagem de sua total oclusividade que não permite a aderência tecidual pelo crescimento intersticial, como as membranas porosas que são de difícil remoção, pois os tecidos se entrelaçam entre suas fibras ou poros.

25. Ao se remover a Allumina, o que deverei encontrar no local onde ela foi colocada?

Depende do tempo que ela permaneceu no local. Se for no tempo mínimo de 10 dias, haverá o tecido de granulação já se diferenciando. Após 3 meses, haverá osso formado recoberto por tecido fibroso que é a camada fibrosa isolante do periósteo.

26. É preciso curetar ou suturar os retalhos cirúrgicos para aproximá-los quando remover a Allumina ?

Não. Em nenhuma situação deve-se curetar ou suturar o local. Deixar o processo cicatricial seguir espontaneamente e acompanha-lo. Provavelmente em 3 dias haverá cobertura epitelial de toda a área.

27. Que cuidados são necessários enquanto se aguarda a regeneração?

Manter a membrana livre de movimentos e de micro-organismos, nos casos de sua exposição. Nos casos fechados, orientar o paciente para não interferir no local com a mastigação ou escovação traumática.

28. Pode ser colocado o dente provisório sobre o local em regeneração com a Allumina?

A instalação dos dentes provisórios, se não exercerem pressão no local, e se não impedirem a devida higienização só trazem benefícios protegendo ainda mais a região.

29. É preciso usar algum biomaterial para preenchimento do defeito sob a Allumina?

Apenas o coágulo é suficiente como substrato para a formação tecidual, mas, dependendo do defeito, ele não tem condições de se manter estável no local, podendo se retrair ou deslocar. Com isso,  ele pode perder volume e não ocupar toda a área a ser regenerada. Assim, nestes casos, deve-se usar um pouco de osso orgânico bovino para se obter a estabilidade do coágulo. Falta o texto abaixo no site novo:

Assista no nosso canal no Youtube o vídeo de manipulação da membrana (Hands On Allumina) e algumas cirurgias.

Consulte também o livro: Cruz M. Regeneração Guiada Tecidual, Santos Ed, 2006 e as Instruções de Uso.

30. É preciso usar algum tipo de artefato para se fixar a Allumina no local?

Não. Devido às suas características físicas de plasticidade e enrijecimento, a Allumina é capaz de se fixar e se estabilizar em qualquer local sem a ajuda de parafusos ou tachinhas. Em alguns locais onde não há irregularidades na crista que facilitam a sua fixação, isto é, o osso é muito liso, deve-se fazer uma extensão da membrana prendendo-a em algum local próximo. Esta característica reduz os custos, facilita a instalação e a remoção da membrana.

31. Posso reaproveitar as sobras da Allumina?

Não. A Allumina é de uso único e não deve ser guardada para uso posterior. Ela passa por um rigoroso tratamento de superfície, que inclui descontaminação total e absoluta de sua superfície, criando ótimas condições para a regeneração. Se for contaminada, não há maneira de retrata-la fora das condições laboratoriais da fábrica.

32. Necessita-se de instrumental especial para usar Allumina ?

Não. Instrumentos utilizados normalmente em cirurgias como pinças, curetas, tesoura e demais instrumentos com os quais o cirurgião está acostumado poderão ser usados, desde que permitam a sua correta manipulação. No entanto, há um kit específico para se utilizar em procedimentos regenerativos que facilita e agiliza estes procedimentos.

33. Quais as dimensões e a apresentação da Allumina ?

A Allumina apresenta-se em forma de lâminas com 50mm x 30mm, em três espessuras para serem utilizadas de acordo com as condições locais. Como vimos no quesito 20 cada uma oferece características diferentes para atender a todas as necessidades da clínica.

Acompanha a Allumina uma cópia em papel cirúrgico com as mesmas dimensões, para se fazer a modelagem sobre o local onde será aplicada.

34. Porque a Allumina é o padrão ouro das membranas?

Porque é a única membrana que reúne em um só produto o maior número de condições favoráveis à regeneração. Ela atende a todos os pontos cardeais da regeneração guiada tecidual. Além disso, seus resultados estão bem documentados com estudos laboratoriais e ensaios clínicos ao longo de 25 anos. Ela já passou na prova do tempo e por isso se pode confiar.

35. A Allumina deve ser usada nos implantes imediatos em qualquer situação?

Sim. A regeneração guiada tecidual é um dos maiores coadjuvantes na técnica dos implantes, principalmente nestes casos de implantação imediata ou em áreas de defeitos ósseos. A Allumina incrementa o processo regenerativo e protege a osseointegração de forma eficaz e segura.

Depois de aberta a embalagem e exposta ao meio ambiente, qual o tempo de trabalho que tenho para utilizar Allumina ?

Depois de aberta a embalagem e exposta a membrana, é recomendável que se utilize a Allumina imediatamente, isto é, no tempo cirúrgico, pois mesmo em ambiente limpo pode ocorrer a contaminação de sua superfície e como consequência reduzir o sucesso do procedimento. Suas propriedades e características de superfície são obtidas sob severas e controladas condições ambientais e, por isso, não se deve deixa-la exposta por muito tempo sob o risco de se perder estas características.

36. Depois de aberta a embalagem e exposta ao meio ambiente, qual o tempo de trabalho que tenho para utilizar Allumina?

Depois de aberta a embalagem e exposta a membrana, é recomendável que se utilize a Allumina imediatamente, isto é, no tempo cirúrgico, pois mesmo em ambiente limpo pode ocorrer a contaminação de sua superfície e como consequência reduzir o sucesso do procedimento. Suas propriedades e características de superfície são obtidas sob severas e controladas condições ambientais e, por isso, não se deve deixa-la exposta por muito tempo sob o risco de se perder estas características.

37. Durante as manobras de instalação da Allumina, que cuidados tenho que ter para não contamina-la?

Mantenha a Allumina mergulhada em soro fisiológico, em um recipiente absolutamente limpo e estéril na mesa cirúrgica. Manuseá-la o mínimo possível fora do local e evitar contato com áreas da mucosa e da boca que não seja o local onde se deseja colocá-la. Evitar qualquer contaminação no lado da membrana onde se deseja a regeneração.

A manipulação e a instalação inadequada do produto podem interferir no processo regenerativo, ocasionando redução ou anulação dos índices de regeneração desejados. O profissional deve estar familiarizado com os princípios da Regeneração Guiada e capacitado tecnicamente para a utilização do produto.

38. Qual o lado da Allumina que deve ficar voltado para o local da regeneração?

Os dois lados da Allumina são exatamente iguais e ambos podem estar voltados para o local a ser regenerado. No entanto, após a escolha do lado interno, não se deve mais mudar e deve-se tocar neste lado o mínimo possível.

39. Como devo fazer o descarte da Allumina?

Em caso de descarte de produto vencido e não utilizado, tratar como RSS Grupo D.

Após utilização, se removido do paciente, tratar como RSS Grupo A4 de acordo com o PGRSS adotado, em conformidade com a norma RDC/ANVISA nº 306/2004.

As embalagens devem ser fisicamente descaracterizadas e acondicionadas como Resíduo do Grupo D, podendo ser encaminhadas para processo de reciclagem.

40. Quais são as contraindicações de uso da Allumina?

A Allumina está contraindicada onde os princípios da regeneração guiada tecidual não podem ser aplicados por razões locais ou sistêmicas.

41. Existem publicações cientificas comprovando a eficácia da Allumina ou gerando evidencias para o seu uso seguro?

Sim. As características físicas e químicas, as qualidades diferenciais, eficácia e efetividade da Allumina estão baseadas em evidências científicas obtidas por meio de estudos laboratoriais como crescimento celular sobre a sua superfície, estudos de regeneração e de toxicidade em animais, ensaios de resposta celular em humanos e ensaios clínicos e relato de casos, publicados em periódicos nacionais e internacionais, e um livro de texto, com documentação clínica de mais de 15 anos de uso.

Confira nossas Publicações Científicas

42. Onde e quando foi desenvolvida a Allumina?

Ela foi desenvolvida no Clinest- Centro Clínico de Pesquisa em Estomatologia, pelos pesquisadores Dr. Mauro Cruz, CD, MS, PhD e Dr. Clóvis da Cruz Reis, CD, EPD,EO, nos primórdios da técnica da Regeneração Tecidual Guiada, na década de 80. A primeira publicação apresentando-a a comunidade científica foi por meio de Nota Prévia em 1991, após já cinco anos de testes e estudos clínicos (Cruz M, Reis CC, Silva VC. Nota prévia: Utilização da Alumina® AL2O3 como filtro biológico na regeneração guiada dos tecidos(RGT). Odontol Mod. 1991; 18(5): 20.).

43. A Allumina já foi ou é usada em outros países?

Sim. Apesar de comercialmente ela estar no Brasil, alguns trabalhos foram realizados em diferentes centros clínicos e universidades de outros países como Alemanha, Áustria e Chile.

Perguntas frequentes sobre o Proheal

1. O que é o Proheal e pra que serve?

O Proheal é um agente para o controle microbiano dos micro espaços existentes entre as conexões dos implantes dentais e das próteses dentais temporárias e definitivas, impedindo a entrada e o crescimento de microrganismos nestes espaços.

Veja nosso vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=6AA0JKAJzNI

2. Como ele age?

Evita a colonização e o fluxo de bactérias nos espaços entre as conexões.

Sua ação se dá de 3 maneiras:

1- Ação cimentante, isto é, pelo preenchimento e ocupação dos espaços existentes entre as conexões, impedindo a entrada dos microorganismos.

2- Permanência prolongada

3- Ação antisséptica prolongada sobre os microorganismos que por acaso já estavam presentes ou que porventura penetrem nas fendas por meio de seu potente efeito antisséptico.

3. Qual é a sua indicação?

O Proheal é indicado para uso odontológico profissional na profilaxia e tratamento da contaminação microbiana do interior dos implantes dentais, componentes cirúrgicos, protéticos e próteses temporárias e definitivas implanto-suportadas. Também esta indicado para o controle microbiano de suturas e dentes temporários.

4. Ele é então, um cimento? Ele endurece no local? Posso usa-lo para cimentar as coroas?

O Proheal não endurece, não toma presa, não se altera. A expressão cimentante refere-se à sua capacidade de preencher os espaços e permanecer lá por muito tempo, fazendo barreira à penetração bacteriana. Este mesmo significado do termo também se aplica ao cimento cirúrgico.

Um estudo realizado mostrou que após 5 anos, dentro dos implantes instalados nos pacientes (estudo in vivo), o Proheal continuou com as mesmas características físicas (menos a cor) e, surpreendentemente, manteve 100% da eficácia antisséptica.

Ele, portanto, não pode ser usado para nenhuma cimentação de peças protéticas.

5. O Proheal elimina o odor oriundo dos implantes?

Sim! A diferença com e sem Proheal é indiscutível. Seu paciente pagará qualquer preço por isso!

Recentemente, um trabalho demonstrou tal fato através de resultados de mensuração objetiva.

O estudo foi realizado cultivando-se bactérias de origem periodontal dentro de implantes com e sem o uso do Proheal. Após o cultivo foram medidos os índices de CSV- Compostos Sulfurados Voláteis, no Grupo teste (com Proheal)  e no Grupo Controle ( sem Proheal)  e os resultados foram claramente favoráveis ao produto (Nascimento FC. Avaliação de um agente cimentante e antisséptico na redução do índice de compostos sulfurados voláteis nas interconexões dos implantes. Monografia Graduação em Odontologia. Juiz de Fora: Faculdade de Odontologia da Universidade Estácio de Sá, 2015.). Proheal foi altamente eficaz na redução dos compostos sulfurados voláteis (CSV), reduzindo drasticamente o mal odor.

6. Quanto tempo o Proheal fica no local?

O Proheal tem características químicas especiais que garantem a sua permanência dentro dos implantes por longa data. Estudos de RCT mostraram a sua permanência e efetividade por 5 anos 
- (Cruz M. Long-Term Assay of Iodoform Pomade in the Bacterial Control of the Inner Ambient of Dental Implants: A Randomized Clinical Trial. Clin Int J Oral Sci 2002;15(1):1-13.).

7. Não tive bom resultado. O que pode ter acontecido?

Alguns erros na aplicação são comuns, mas fáceis de corrigir!

O Proheal não se adere a nenhuma superfície úmida e é difícil inserí-lo diretamente em cavidades. Assim, nunca tente aplicar dentro dos implantes. Aplique sempre na base dos pilares e nos parafusos de fixação dos pilares limpas e completamente secas.

No caso de próteses parafusadas, múltiplas, após a sua higienização e secagem, pode-se aplicar na base das UCLAS.

8. Pode ocorrer alergia a alguns dos componentes do Proheal?

Qualquer coisa pode causar alergia, então a resposta é sim. O Proheal já foi aplicado seguramente mais de 50 mil vezes em pacientes e até hoje não há relatos de alergia.

A preocupação com a alergia ao iodo tem sido erroneamente intensificada pela desinformação e por mitos. As evidencias mostram que os casos de alergia ao iodo são extremamente raros. O iodo é um elemento necessário e presente no organismo e é ingerido diariamente em vários alimentos e no sal de cozinha.

Se seu paciente pode comer qualquer coisa com sal de cozinha comum, ele não corre risco de desenvolver alergia ao iodo liberado pelo Proheal.

9. A quantidade de iodo liberada pelo Proheal pode causar problemas?

A quantidade de iodo liberada pelo Proheal não interfere com a fisiologia da tireoide.

10. Onde devo aplicar o Proheal?

Aplicar Proheal nas partes externas das conexões, roscas e parafusos dos componentes dos implantes e próteses dentais todas as vezes que forem instalados.
Proheal Onde Usar
Veja nosso vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=6AA0JKAJzNI

11. Como devo aplicar o Proheal?

Aplicar em quantidade suficiente para haver extravasamento do produto quando o componente for acoplado, garantindo o preenchimento pleno destes espaços. Remover os excessos do extravasamento. 
Em caso de remoção dos componentes dos implantes e próteses dentais para a sua manutenção ou substituição, retirar todo o produto do componente, fazer a sua higienização e esterilização e reaplicar o produto. 
Proceder ainda à higienização adequada da conexão do implante. Secar completamente a superfície antes de aplicar o Proheal . O produto não adere às superfícies úmidas.

Não aplicar no implante, pois a umidade e a morfologia da plataforma dificulta a aplicação gerando problemas e ineficácia do produto.

 

Proheal Como Usar

 

 

 

 

Veja nosso vídeo no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=6AA0JKAJzNI

12. Quanto tempo o Proheal pode ficar no local?

O Proheal pode permanecer no local por tempo indeterminado.

13. Com que frequência devo aplicar o Proheal?

No parafuso de cobertura somente uma vez, na instalação. Nos pilares durante a fase de trabalho, todas as vezes que eles forem retirados e recolocados e em sua colocação final nas próteses cimentadas. Nas parafusadas, em todos os componentes  removidos ao se fazer a manutenção.

14. Há outras aplicações para o Proehal?

Sim. Estudos clínicos do tipo RCT demonstraram sua eficácia no controle do biofilme em fios de sutura multifilamentados. Esta ação melhora muito a performance destes fios (Fig.1), visto ser a aderência de biofilme o seu ponto fraco. Os estudos mostraram que o crescimento bacteriano no grupo com o Proheal foi 1000 vezes menor.

A aplicação na superfície externa dos dentes provisórios (Fig.2), e nos dentes naturais, sob o mock-up (Fig.3), evita a aderência bacteriana, elimina o mau odor e melhora sensivelmente a saúde do periodonto.

15. Como eu aplico no fio de sutura?

Passar em toda a extensão dos fios de sutura, principalmente nos multifilamentados.

Aplicar no fio após a retirada da embalagem imediatamente antes do uso. Deslize o fio entre o polegar e o indicador, com uma porção do Proheal, para aplicar o produto (Fig.4).

 

Link do filme (https://www.youtube.com/watch?v=VZl8j5Pzbug)

16. Como eu aplico no dente provisório?

Aplicar vigorosamente na parte externa dos dentes provisórios (Fig.5) para que haja penetração do produto nos poros da resina, imediatamente antes da cimentação.  Fazer a cimentação com o cimento provisório de sua escolha.

Fig.5 Aplicação do Proheal no provisório

Link do filme (https://www.youtube.com/watch?v=bSlss0JzHi4&t=1s)

17. Como eu aplico no Mock Up?

Aplicar nos dentes naturais antes da colocação do mock-up

Fig.6 Aplicação do Proheal antes da colocação do mock-up

18. Qual é a melhor forma de manuseio do Proheal ?

Retire o produto da seringa, depositando-o em um recipiente (Fig 7). Colha uma porção com os dedos e aplique nas partes externas dos componentes (Fig 8), do fio de sutura (Fig 9) e dentes provisórios (Fig 10). Com cotonete ou pincel aplicar nos dentes sob o mock-up ou em outras superfícies (Fig 11).

Referências:

– Cruz FLG. Controle microbiológico intraoral dos fios de sutura de seda com pomada antisséptica [monografia]. Juiz de Fora: Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Juiz de Fora; 2009.

– Cruz F, Leite F, Cruz G, Cruz S, Reis J, Pierce M, Cruz M. Sutures Coated with Antiseptic Pomade to Prevent Bacterial Colonization: A Randomized Clinical Trial. Oral Surg Oral Med Oral Pathol Oral Radiol 2013;116(2):e103-9). 

Um estudo recente mostrou também a eficácia do Proheal na manutenção da saúde da gengiva marginal em torno de dentes temporários de resina acrílica.

A aplicação deve ser feita nos dentes temporários imediatamente antes da cimentação. Colocar uma pequena porção na polpa digital do indicador e o polegar e friccionar na parte externa cervical dos dentes temporários para que o Proheal penetre nos poros do material e impeça a aderência do biofilme. Nos fios de sutura aplica-se com a polpa digital da mesma forma, passando o fio entre o polegar e o indicador.

 

 

Referência:

Silva, ACF. Comportamento da Gengiva Marginal em Dente Provisório de Acrílico Impregnado com Antisséptico de Longa Duração. Monografia Graduação em Odontologia. Juiz de Fora: Faculdade de Odontologia da Universidade Estácio de Sá, 2015.

 

19. A consistência do Proheal é muito dura. Qual é a melhor maneira de fazer o desenvase?

A razão de sua consistência firme é para que ele possa permanecer por longo tempo no local. Aliás, é o único produto com esta condição. Para o desenvase do Proheal, manter pressionada a haste da seringa até que o produto comece a fluir. Forçar a saída imediata do produto, com pressão e excessiva, não acelera o processo e pode danificar a embalagem e comprometer o produto. Caso estes procedimentos não sejam suficientes, remover o bico de cobertura da seringa (mais fino) utilizando o bico interno, de maior diâmetro, para facilitar o desenvase. Ver figuras abaixo:

20. O Proheal tem um cheiro forte. O que digo aos pacientes?

O Proheal tem um odor característico, próprio do iodofórmio, que desaparece em poucas horas. Caso o paciente sinta e questione, diga a ele que pelo benefício que o produto traz vale senti-lo por algumas horas. Outro aspecto é que o odor do produto é de limpeza, muito melhor que a halitose oriunda dos implantes sem o Proheal. Em nossa experiência de mais de 22 anos, a maioria dos pacientes relatam respostas favoráveis a este odor do produto.